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8 de fevereiro de 2015

Resenha: Um amor, um café & Nova York - Augusto Alvarenga


Olá pessoal! Mais uma vez, estou aqui indicando um livro nacional para vocês. Estou aqui com os olhos grudando porque estava chorando com o final do livro. (Sim, acabei agora e já vim correndo resenhar). O livro foi escrito pelo Augusto Alvarenga, publicado pela Editora D' Plácido. Acho que pela capa vocês, já se apaixonaram, né? Mas, como diz o ditado, "Não julgue um livro pela capa.".

Sinopse: Camila sempre teve um grande sonho: viver um grande amor, como um desses de cinema. Ela só não imaginava que teria isso e muito mais, logo que conheceu Guilherme. Na véspera do aniversário de 3 anos de namoro do casal, e do aniversário de 19 anos de Camila, Guilherme surge com uma surpresa que mudaria pra sempre o romance e a vida do casal: uma viagem de um mês para Nova York. O que ele não sabia é que esse era mais um dos grandes sonhos de Camila, que vai fazer de tudo para que essa seja a melhor viagem deles. Porém, Nova York possui brilhos demais. Poderia algum deles ofuscar o do casal? Um romance recheado de beijos, sonhos e palavras doces, personagens surpreendentes e ainda uma trilha sonora de 'sobremesa'.


Resenha: Como eu tinha dito no meu post anterior, TAG: Next station, eu estava precisando ler um livro com muito amor. Um típico de Paula Pimenta, que por ela, pela foto dela, eu encontrei esse livro que ficou na minha lista de próximos a comprar por algum tempo. Acreditem se quiser, mas essa fofura contém apenas 164 páginas.
Quando recebi o livro, só tive mais certeza que iria gostar, por isso ele furou a fila de vários outros e eu li ele rapidinho. O livro tem como protagonista a Camila, pode chamá-la de Mila, uma garota qualquer com seus 19 anos, que vive de sonhos como qualquer garota, um de seus sonhos é conhecer Nova York.

Mal sabe Camila que uma grande surpresa está por vim, algo um pouco inacreditáve acontece que ela acaba realizando esse sonho. Só que quem será o autor desse sonho? Será que ela ganhou na mega-sena e conseguiu ir? Ou não? :O

Como eu disse, como qualquer garota, a Camila também tem um guri, o nome dele é Guilherme. Isso não é um spoiler minha gente, isso até na sinopse dá para você saber. O Gui é muito fofo (Será que vou encontrar meu "Gui"?), ele é um pouco mais velho do que ela, ele também trabalha mas recebe um pouco melhor do que ela. Uma frase que não me recordo se ele disse, mas é a cara desse romance é: Seus sonhos também são os meus. Anotem isso e depois me digam se falei alguma bobagem! 
Quote preferido: Eu tive uma certeza naquela noite/dia eu precisava dele dali em diante. Daquela abraço, daquela companhia, daqueles braços, abraços, beijos e carinhos. Eu precisaria dele, e seria dele, cada vez mais, porque tínhamos um ao outro e nos bastávamos; era só disso que precisávamos

.A boa notícia é que o livro não vai acabar nesse livro, os fãs podem ficar ansiosos que em Julho nós teremos a continuação e a história da Camila só acaba no terceiro livro! Então, aguenta coração..


Espero que vocês tenham gostado da resenha. Se ficaram interessados, clique aqui para comprar o livro. Ou então, entrem em contato com o autor via Facebook. Desejo a todos vocês uma ótima semana cheia de leitura e sucesso! Kisses, ou melhor, beijos.. :)
2 de fevereiro de 2015

Resenha: Cante para eu dormir - Angela Morrison

    Olha quem voltou, galera! Sumi durante um tempinho, mas agora voltei. E voltei com uma resenha de um livro incrível.


   "Muitas vezes, é preciso mentir para proteger quem amamos. Proteger de nós mesmos, do que escondemos, do que somos. Um ato covarde? Talvez. Todavia, um ato necessário."


   "Cante para eu dormir" conta a história de Beth, uma menina feia (aí poderíamos fazer o trocadilho daquela novela, Betty, a feia").  "Alta demais para ter uma postura ereta. Pele e osso. Rosto cheio de espinhas. Olhos saltados e aumentados pelas lentes 'fundo de garrafa'."  (página 10)
   Beth canta no coral jovem da escola, o Cantoras da Juventude, e tem uma voz incrível. Um dia, as meninas do coral foram selecionadas para uma competição internacional na Suíça, e Beth seria a solista da apresentação mais importante, que poderia render um ótimo prêmio. Todavia, como ela poderia se apresentar sendo tão... feia? É aí que entra Meadow, "colega" de Beth. A menina transforma Beth, ela agora está linda e irreconhecível. 
   Na Suíça, Beth conhece Derek, o solista do melhor coro musical: Amabile. Receosa no início, tímida demais para se atrever a pensar em um relacionamento, ela decide pagar pra ver. 
   O problema é que Beth tem um melhor amigo, Scott, que a ama desde que eles eram crianças. A garota pensava estar nutrindo esse amor também, mas, com um complexo de inferioridade imenso, pensa que ele merece algo melhor, mais belo, visto que o menino é lindo. 
   Derek se apaixona. Beth, também. O problema é que eles moram em lugares diferentes. Isso não seria um desafio tão grande se comparado a outros que fazem a menina questionar a veracidade do amor de Derek. 
   Mentiras. Dúvidas. Medo. Descobertas. Choque. Música. Muita música. Esse é o universo que a autora, Angela Morrison, cria para o livro mais impressionante que já li na minha vida. No início, não estava gostando da leitura e nem da Beth, seu complexo me incomodava e o fato de ela sempre estar "escrevendo músicas" durante o livro, fizeram da leitura algo monótono e chato até certo ponto. 
   Tudo é contado do ponto de vista de Beth, fazendo com que o livro pareça um diário. De fato, ele é. A menina expressa sua raiva pelo pai que a abandonou quando nasceu, sua alegria ao lado de Derek, seus medos, angústias, descobertas. 
   Não pense que é só mais um "livrinho de amor clichê", porque não é. "Cante para eu dormir" vai te surpreender e te prender até a última página. Vai te fazer rir, duvidar de Derek, de Beth. Te fará chorar. E o principal: te fará pensar no valor da vida. Você perceberá o crescimento e as lições que Beth teve durante sua vida, e vai entender o por quê do título. Vale a pena ler.



1 de fevereiro de 2015

Ali eu me apaixonei por você, e aqui eu me despeço. - Por Camila Resende

   Você era só uma noite, mas noites se passavam, e horas se tornavam dias e dias se tornaram meses. E aos poucos cada pedaço do que sou pertencia a você. Sua constante presença em meus pensamentos não me assustavam, mas me confortavam e até tornavam meu dia mais bonito. Lembro do que pensei quando te conheci, naquela biblioteca, você estava lendo Jane Austen e bebendo scotch puro malte, definitivamente chamou a atenção de uma jornalista recém formada, com sérios problemas de curiosidade e de alexitimia. Hoje me pergunto o que teria acontecido se eu não fosse perguntar o porquê daquela cena particularmente peculiar. Você me disse que era porque tinha achado no ponto de ônibus e depois como se eu não estivesse presente, somente voltou para sua leitura. E qual não foi minha surpresa quando meia hora depois você se sentou ao meu lado e me perguntou meu nome. Bom, sei que estou divagando, e que isso não tem importância agora, e também sei o perigo de usar o “e se”, mas cada vez que escrevo sobre nós é como se eu libertasse essa memória para a vila do esquecimento e abrisse espaço para novas histórias.
   Você fazia a vida parecer simples, como se nada não pudesse ser curado com uma dose de café, você me olhava de um jeito que eu sabia que eu era sua e você era meu, você tinha uma sorriso único no mundo, você sorria com os olhos, você aguentava pacientemente minhas maratonas de america’s next top model e ainda fazia a melhor comida do mundo.
   Você não era perfeito, ninguém é, você tinha defeitos, e ao contrário da crença popular, para amar uma pessoa você não tem que amar também seus defeitos e seus gostos bizarros. A gente aceita simplesmente, porque sabemos que também temos nossos defeitos. E sim, às vezes eu queria te matar por suas manias estranhas, mas no fim, eu deixava passar, aprendia a conviver.
   Nos amamos da forma mais linda que se pode amar alguém, não era aquele amor corrosivo, não era aquele amor de amigo ou muito menos amor exigido. Era do tipo simples, do tipo para durar para sempre, do tipo que nos tornamos pessoas melhores juntos. E isso é o que mais dói, eu lembro da nossa promessa de nunca partir. Mas eu parti, e se isso serve de consolo, foi a coisa mais difícil que eu já fiz. Não sei se existe mais de uma amor verdadeiro por pessoa, não sei se é possível termos mais de uma alma gêmea, não sei quando sentirei isso que você despertava de novo, mas fé é tudo que me resta.
   Por favor entenda, eu tinha que ir, eram meus sonhos, e eu nunca me perdoaria se perdesse essa chance. Dizer sim para a felicidade às vezes significa dizer tchau para pessoas que amamos. Ainda te amo, mas não sei como será minha vida daqui para frente, não sei como vai ser quando nos vermos de novo e nem ao menos se pelo menos mais uma vez irei te ver. Mas isso não me assusta, sei que por mais magoada que eu esteja, existe um mundo inteiro pronto para mim, um mundo que ao poucos, com a passagem das estações, irá me mudar.


   Com amor, eu.

TAG: Next station

Olá pessoas maravilhosa! Como vocês estão?


Não queria fazer resenha, não queria fazer um post que outro blog já teve. Resolvi inventar uma tag, apelidei ela de "Next station". Cansada de ler livros de aventura, suspense, ficção separei uma lista de livros muito amorzinhos para ler. O único livro que ficou faltando é o do Augusto Alvarenga, porque ele chegou quando eu já tinha feito o post. Let's go e conte para mim quais são as suas próximas leituras.

1. A probabilidade estático do amor à primeira vista
Às vezes a gente tem um clic e percebe que tudo mudou. Por uma coincidência. Uma fatalidade. Ou algo trivial. Nada será como antes. É exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. 
Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. E quatro minutos podem MESMO mudar tudo... 





2. Tamanho 42 não é gorda
Em Tamanho 42 Não é Gorda, Heather está no fundo do poço: perdeu seu namorado, nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, ganhou peso e só entra em roupas tamanho 42, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com suas economias e seu agente! 
Até que, aos poucos, as coisas parecem que vão se ajustar. Ela consegue um novo emprego como inspetora em uma faculdade de Nova York e está feliz com seu novo manequim. Mesmo sem o glamour e glória dos dias de ídolo teen, tudo parece ter melhorado. Ou será que ela está enganada? 
De uma hora para outra, uma estudante morre misteriosamente no poço do elevador do campus. Os policiais e a diretoria estão prontos para declarar a morte como acidente, mas Heather conhece adolescentes, e meninas não brincam com elevadores. Ainda que ninguém esteja muito interessado em ouvir suas suposições mesmo depois que outras estudantes aparecem mortas de maneiras igualmente corriqueiras e sutilmente sinistras, Heather decide entrar numa enlouquecida caçada para descobrir a verdade. 
Pode parecer uma vida de aventuras e altas doses de adrenalina, mas a vida de detetive é potencialmente perigosa. Alguns riscos podem ser fatais e nada é capaz de irritar mais um assassino do que uma ex-estrela pop corpulenta enfiando o nariz onde não é chamada... 



3. Apaixona por histórias
Paula Pimenta é conhecida e amada por milhares de fãs por seus romances juvenis, mas um dos primeiros gêneros nos quais se aventurou em sua carreira literária foi a crônica, que escrevia e publicava em sites literários. Em 2012, lançou seu primeiro livro nesse estilo, Apaixonada por palavras, pela Editora Gutenberg. Seus leitores gostaram tanto das 55 crônicas publicadas que pediram mais. Paula resolveu atender aos inúmeros pedidos lançando este livro, Apaixonada por Histórias, que traz mais 55 crônicas. 
Como o título sugere, a autora desde pequena sempre teve enorme paixão por todos os tipos de narrativas, e, como maravilhosa contadora de histórias, narra várias situações que viveu em sua vida, e que inspiraram muitos de seus personagens e passagens de seus livros e séries.


4. Como eu era antes de você?
Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. 
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. 
Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado. 


5, Não se apega, não
Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase "você deve encontrar a metade da sua laranja". Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.
Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.
Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. 
Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.


Gostaram da minha invenção? Não foi lá aquelas coisas, mas ficou muito fofa. Como eu disse lá em cima, conte para mim quais são suas próximas leituras, ou melhor, sua next station. O que vocês acham dos livros que vou ler? :)