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20 de fevereiro de 2015

Wishlist: 05 livros que eu PRE-CI-SO comprar

E o post de hoje é sobre os cinco livros que eu preciso, necessito comprar para ler! Daqueles que você sente que têm que estar em suas mãos enquanto você aprecia a leitura. Daqueles que não dá para se contentar com um e-book. Daqueles que já têm mil e um cenários programados por você para quando estiver lendo.
Chega de dramaaaaaa.


#1 - Eleanor & Park: desde o lançamento estou DOIDA para ler, tipo, muito ansiosa mesmo, tanto que eu tenho o livro em PDF tanto no computador quanto no celular.
Já comecei a ler diversas vezes, mas sempre rola aquele sentimento de que eu deveria estar com o livro físico nas mãos, sabem?
Se alguém quiser me dar de presente, sei lá, eu agradeceria.

#2 - A Lista Negra: esse é o que está na lista há mais tempo, hahahaha. São anos querendo ler. Anos vendo pessoas o elogiarem. Anos sem coragem de pagar 40 reais em um livro (!!!!!) Acho que vou recorrer ao Estante Virtual, o que acham?

#3 - Amy & Matthew: o livro é um lançamento mais recente e pela sinopse e pela capa, dá para perceber alguma semelhança com Eleanor & Park. Ou estou tremendamente enganada?

#4 - Três Céus: gente, é nacional e fala sobre a vida de dois comissários de bordo! Que dúvida que eu ia querer ler!

#5 - Mentirosos: descobri o livro pelos vídeos da Pam, do Garota It, e ela fala TANTO dele, que é impossível não morrer de curiosidade pelo livro.

Mas e aí, quais são os livros que você estão morrendo para comprar?
Me contem nos comentários!

8 de fevereiro de 2015

Resenha: Um amor, um café & Nova York - Augusto Alvarenga


Olá pessoal! Mais uma vez, estou aqui indicando um livro nacional para vocês. Estou aqui com os olhos grudando porque estava chorando com o final do livro. (Sim, acabei agora e já vim correndo resenhar). O livro foi escrito pelo Augusto Alvarenga, publicado pela Editora D' Plácido. Acho que pela capa vocês, já se apaixonaram, né? Mas, como diz o ditado, "Não julgue um livro pela capa.".

Sinopse: Camila sempre teve um grande sonho: viver um grande amor, como um desses de cinema. Ela só não imaginava que teria isso e muito mais, logo que conheceu Guilherme. Na véspera do aniversário de 3 anos de namoro do casal, e do aniversário de 19 anos de Camila, Guilherme surge com uma surpresa que mudaria pra sempre o romance e a vida do casal: uma viagem de um mês para Nova York. O que ele não sabia é que esse era mais um dos grandes sonhos de Camila, que vai fazer de tudo para que essa seja a melhor viagem deles. Porém, Nova York possui brilhos demais. Poderia algum deles ofuscar o do casal? Um romance recheado de beijos, sonhos e palavras doces, personagens surpreendentes e ainda uma trilha sonora de 'sobremesa'.


Resenha: Como eu tinha dito no meu post anterior, TAG: Next station, eu estava precisando ler um livro com muito amor. Um típico de Paula Pimenta, que por ela, pela foto dela, eu encontrei esse livro que ficou na minha lista de próximos a comprar por algum tempo. Acreditem se quiser, mas essa fofura contém apenas 164 páginas.
Quando recebi o livro, só tive mais certeza que iria gostar, por isso ele furou a fila de vários outros e eu li ele rapidinho. O livro tem como protagonista a Camila, pode chamá-la de Mila, uma garota qualquer com seus 19 anos, que vive de sonhos como qualquer garota, um de seus sonhos é conhecer Nova York.

Mal sabe Camila que uma grande surpresa está por vim, algo um pouco inacreditáve acontece que ela acaba realizando esse sonho. Só que quem será o autor desse sonho? Será que ela ganhou na mega-sena e conseguiu ir? Ou não? :O

Como eu disse, como qualquer garota, a Camila também tem um guri, o nome dele é Guilherme. Isso não é um spoiler minha gente, isso até na sinopse dá para você saber. O Gui é muito fofo (Será que vou encontrar meu "Gui"?), ele é um pouco mais velho do que ela, ele também trabalha mas recebe um pouco melhor do que ela. Uma frase que não me recordo se ele disse, mas é a cara desse romance é: Seus sonhos também são os meus. Anotem isso e depois me digam se falei alguma bobagem! 
Quote preferido: Eu tive uma certeza naquela noite/dia eu precisava dele dali em diante. Daquela abraço, daquela companhia, daqueles braços, abraços, beijos e carinhos. Eu precisaria dele, e seria dele, cada vez mais, porque tínhamos um ao outro e nos bastávamos; era só disso que precisávamos

.A boa notícia é que o livro não vai acabar nesse livro, os fãs podem ficar ansiosos que em Julho nós teremos a continuação e a história da Camila só acaba no terceiro livro! Então, aguenta coração..


Espero que vocês tenham gostado da resenha. Se ficaram interessados, clique aqui para comprar o livro. Ou então, entrem em contato com o autor via Facebook. Desejo a todos vocês uma ótima semana cheia de leitura e sucesso! Kisses, ou melhor, beijos.. :)
7 de fevereiro de 2015

Diário de Viagem: Rio Grande do Sul

Oi gente, tudo bom?
Como prometido, diário de viagem hoje, hahaha.
No começo de janeiro eu fui pro Rio Grande do Sul, com o roteiro de um dia em Porto Alegre + quatros dias na Serra Gaúcha, em Gramado, Canela e Três Coroas, do dia oito ao dia doze! Espero que gostem!

Dia 1 - Porto Alegre, chuva, Linha Turismo, chuva, rodoviária, chuva, Gramado, chuva.

Aqui vai o principal motivo para eu sempre planejar as viagens que eu faço, seja sozinha ou com a família: viajar não é sinônimo de descansar ou relaxar para mim, logo, viagens precisam ser milimetricamente planejadas para que todo o tempo seja bem aproveitado. Não digo roteiros utópicos e conhecer tudo na cidade, tudo mesmo, mas sim pequenos detalhes que fazem toda a diferença, por exemplo: escolher voos que saem de manhã e voltam à noite, e de preferência, beeeem cedo e beeem tarde! Claro, nem sempre isso dá certo quando combinado com a filosofia de economizar sempre, mas a gente tenta, né! 
Por isso, escolhi um voo da Avianca que saía de Guarulhos às 07:35 e chegava em Porto Alegre às 09:15, o que não poderia ter sido mais perfeito, já que assim, poderíamos conhecer a cidade e só então ir para Gramado, à noite.

Kit de Sobrevivência com esse livro maravilhoso.
Meus planos? Pegar o metrô/trem no aeroporto, descer na estação rodoviária, deixar as malas no guarda-volumes, pegar o metrô/trem, descer no Mercado, comprar as passagens do ônibus Linha Turismo, pegar o ônibus, conhecer alguns pontos turísticos da cidade, descer no Mercado, pegar o metrô até a rodoviária e tchau, Porto Alegre.
Mas assim que colocamos os pés para fora do aeroporto, começou a chover - além do calor infernal que fazia, devo dizer, e isso atrapalhou MUITA coisa.
Vamos lá.
Primeiro quase não descemos na estação depois do transfer - no aero de POA tem um aeromóvel que te leva até a estação de metrô, e seria ótimo ter algo do gênero aqui em São Paulo, tô cansada de pagar caro em táxi ou rodar muito até conseguir um Airport Service ou o ônibus que sai do Metrô Tatuapé porque nem sempre dá pro meu pai me levar. ENFIM. 
Depois o calor da cidade me fez passar mal.
Aí eu já estava cansada de fugir da chuva.
Aí quase perdemos o ônibus da Linha Turismo porque nossas batatas fritas demoraram no restaurante.
Aí, finalmente, entramos no ônibus e CHEGA DE CHUVA!

Foto dramática do ônibus, da chuva e de alguma avenida de POA pra vocês.
Agora posso explicar para vocês o tal do ônibus da Linha Turismo! O serviço é como qualquer Bus Tour de Paris, Londres e Nova York: o ônibus passa pelos principais pontos turísticos e você pode comprar a passagem e embarcar em qualquer um deles, assim como descer, conhecer o lugar e depois, no próximo horário que algum ônibus passar pelo mesmo ponto, pode subir novamente e continuar o passeio.
Olha, não sou a maior fã desses serviços porque gosto de conhecer os lugares a pé! Gosto de sentir a cidade, sabem? Aquela rua desconhecida que tem um restaurante maravilhoso, um lugar que achei virando aquela esquina e que não tem em nenhum guia, aquela praça que só os habitantes frequentam. Tudo isso me encanta. Me faz suspirar. De verdade. E meio que é impossível com esse ônibus, maaaaaaaaas eu tinha apenas um dia e ESTAVA CHOVENDO! CHOVENDO! CHOVENDO MUITO! Foi minha única opção mesmo.


No fim, não descemos em nenhum ponto porque NÃO PAROU DE CHOVER EM MOMENTO ALGUM! Só na central da Linha Turismo mesmo.
Conhecemos Porto Alegre através de uma janela de vidro e muitas gotas de chuva, mas nada tira a beleza do Centro Histórico e da Rua Gonçalo de Carvalho, eleita a rua mais linda do mundo e, mesmo com toda aquela chuva, ainda tira o fôlego de qualquer um. 
No fim da tarde descemos no Mercado, tiramos algumas fotos e pegamos o metrô novamente!


All done. Hora de pegar o ônibus para Gramado - mas antes passar mal de tanta dor de cabeça e não ter tempo para comprar um remédio. Ou uma neosaldina ou o ônibus. 
Dormi o caminho todo mesmo, que dura umas duas horas e meia, e quando chegamos em Gramado, advinhem? CHUVA!
Pegamos um táxi na rodoviária, dormimos um pouco no hotel - AH! Reservamos quatro diárias na Pousada Stillo Gramado, que fica em uma travessa da Avenida São Pedro, no centro, e super perto de tudo! Recomendo, tem preço justo e localização incrível.
Voltando.
Precisávamos comer alguma coisa, né? Minhas pesquisas anteriores já me prepararam para os preços dos restaurantes da cidade, assim como me mostraram ótimas opções mais baratas, com alguns restaurantes na Rua Coberta, e foi para lá que nós fomos.
MAS ANTES DE TUDO.
O QUE É AQUELA CIDADE TODA ENFEITADA PARA O NATAL? Me senti dentro de um filme natalino com toda aquela decoração e as casinhas em estilo alemão. Sério. Fiquei boba de ficar parada na calçada admirando o lugar. Já estou com saudades.

Rua Coberta
Rua Coberta
Rua Coberta
Jantamos no Varanda 61, que no fim, acabou como o nosso restaurante de sempre na cidade, com pratos MUITO bons e preços melhores ainda. Para os padrões da cidade, é claro.

Dia 2 - Praça das Etnias, Snowland, Rua Coberta e Largo da Borges.

No primeiro dia oficial em Gramado saímos bem cedo do hotel, explico. Compramos os ingressos para o Snowland, um parque de neve na estrada de Gramado para Nova Petrópolis, pela internet, para evitar filas, e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito!
E como chegar até lá?
O jeito mais barato e mais fácil é pegar um ônibus em direção a Nova Petrópolis ou Caxias do Sul na rodoviária, que ele te deixa exatamente no local.
E foi no nosso caminho do hotel até a rodoviária que conhecemos mais dessa cidade linda. Sério. Nem tenho adjetivos para a fofurice das casas, de todas as flores, da organização.

Avenida Borges de Medeiros




E bem do lado da rodoviária, encontramos uma praça LINDA, linda mesmo, a Praça das Etnias! O meu lugar favorito de toda a viagem não estava indicado em nenhum guia e em nenhum dos milhares de sites que eu entrei, e eu agradeço muito por tê-lo encontrado.
A praça é uma espécie de memorial para as três principais nacionalidades colonizadoras da região: a alemã, italiana e portuguesa! São três casas:
A italiana realmente era uma casa de italianos (!!!) e possui vários móveis e objetos típicos de famílias italianas.
A casa alemã é um mini mercado com comidas típicas, e a portuguesa estava em reforma, chora!
Mas além disso, a praça ainda conta com uma feira de artesanato e produtos orgânicos e com pães e cucas tão bons, que eu preciso dizer que é do pão com linguiça da praça que eu mais sinto falta dessa viagem. Falando sério. Bem sério.


Eu gosto de céu estourado às vezes, calma, hahaha, e tava meio nublado também.
 A casa ao fundo é a italiana, e a branca, portuguesa.



Casa alemã!



Casa italiana.
Enfim. Chegamos ao Snowland.
Lá o espaço é divido em, basicamente, duas partes: a Montanha de Neve, onde você só pode ficar por duas horas, e o resto, hahaha, com todas as lojas, restaurantes, cafés e pista de patinação - você pode patinar e cair e passar vergonha a vontade por meia hora.






Mas agora falando bem sério: esqueci de aumentar o iso nas fotos da montanha e ó, ficou uma porcaria. Me perdoem, por favor?





Olha, eu esperava bem mais de lá. Achava que era maior, não sei. Mas foi divertido ficar em um lugar com temperaturas negativas quando lá fora os termômetros marcavam mais de 30ºC.

E gente, por favor, não esqueçam seus celulares dentro do bolso da jaqueta especial para uso na Montanha de Neve. Sério. Minha irmã esqueceu e depois não conseguiram achar. Péssimo.

E só para completar o dia: estava chovendo quando saímos, e sim, ficamos QUASE DUAS HORAS SOB A CHUVA ESPERANDO O ÔNIBUS PASSAR. NA ESTRADA.
Foi tipo cena de filme mesmo. Bem dramática. Bem triste. Com direito a musiquinha melancólica e três pessoas que criaram esperanças ao ver 382057203 ônibus no horizonte, para não ser nenhum deles.
Mas no final deu tudo certo.
Chegamos em Gramado MORRENDO de fome e adivinhem só? Fomos almoçar no Varanda 61, e depois, aproveitamos para conhecer o Largo da Borges, um micro shopping super fofo que fica ao lado do Centro de Convenções, que por rua vez, fica ao lado da Igreja de São Pedro e beeeem na frente da Rua Coberta.



Vocês já ouviram falar no amor? Porque eu tenho certeza que essa minha vida de só vou para tal lugar se tiver Nutty Bavarian só pode ser amor em seu estado mais puro!

Dia 3 - Bus Tour, Lago Negro, Canela e Museu Medieval.

Isso mesmo. Eu entrei em outro ônibus de turismo. Continuo sem gostar deles, mas novamente, foi necessário.
Queríamos muito ir ao Lago Negro e para Canela nesse mesmo dia, e para não gastar com táxi e ônibus E tempo perdido, a solução foi o Bus Tour da Brocker Turismo.
Mas antes minha mãe precisava sacar dinheiro, e só para colocar um pouco de drama na história, fomos para o lado errado da Avenida das Hortências para descobrir que a agência era do lado da agência de turismo. Coisas da vida.
Enfim, o sistema do ônibus é igual o da Linha Turismo de Porto Alegre, então vamos lá.


O Lago Negro é, definitivamente, um dos lugares mais lindos que eu já vi na vida. Fica em um bairro mais afastado do centro de Gramado, perto do Mini Mundo, e é uma paisagem tão bela, que eu preferi admirar cada detalhe a tirar mais fotos, sorry!
Ah! Tem também todas as árvores ao redor, que foram trazidas da Floresta Negra, na Alemanha, e agora vocês já sabem de onde vem o nome do lago!



Gente eu sou normal. Eu juro.

Depois pegamos o ônibus de volta e paramos em Canela!


Outra cidade amorzinho <333 Bem, só conhecemos o centro mesmo, com a Catedral de Pedra e algumas ruas adjacentes, mas foi o suficiente para me encantar e muito!
A Catedral é tão, tão, tão linda, que eu até esqueci que tinha uma DSLR no pescoço durante o tempo que fiquei observando-a. Sério. Incrível a beleza dela.


Back to the bus!
Queríamos agora descer no Parque Caracol, mas o ônibus não parou por algum motivo que até mesmo a natureza desconhece, então, tristes, descemos no ponto dos Museus ao longo da Avenida das Hortências.
Para descobrir como o Museu de Cera pode ser caro.
Para desistir dele e ir até o Museu Medieval, que fez nosso dia com 16 reais cada entrada.


O Museu é DEFINITIVAMENTE o lugar que me deixou mais fora da realidade de tão feliz na viagem toda. O pão de linguiça da Praça das Etnias é sensacional e eu sinto muita falta dele. O Lago Negro tira seu fôlego de tão lindo, assim como a Catedral de Pedra. Mas para uma adoradora de história que passa horas de todas as suas semanas, religiosamente, pesquisando sobre históricos familiares, o Museu Medieval não poderia ser mais especial.
O Museu, primeiro e único medieval no Brasil, foi idealizado por Gilberto Guzenski e sua família. Ele, professor de história, confecciona brasões de família - paredes do museu são cobertas por eles, é incrível, e além disso, você pode consultar a origem e brasão dos seus sobrenomes e ainda conferir vários objetos e espadas medievais. É incrível. Sério. Visitem.

Depois de sair de lá boquiaberta, boba e encantada, atravessamos a avenida para conhecer a Chocolates Prawer, primeira fábrica de chocolate artesanal do Brasil!



Voltei para São Paulo alguns quilos mais gorda. Apenas.
Apenas não. Conheçam essa loja da Avenida das Hortênsias, eles têm um mini museu super legal, com as primeiras embalagens dos chocolates e ainda todo o maquinário, ainda bem rústico, utilizado para fazer esse doce super ruim.

Hora de esperar pelo ônibus.
Hora de tirar fotos aleatórias da sua irmã com esse ônibus londrino (!!!!!!!!!!!!!) que fica ao lado do Museu dos Super Carros.


Back to Gramado. 
Fomos até a rodoviária para comprar as passagens até Três Coroas, para onde iríamos no próximo dia, e foi aí que minha mãe resolveu comprar logo as passagem da Porto Alegre e... Quase nos ferramos.
Não tinha mais lugares vagos nos ônibus do dia 12 para POA, e nós três quase morremos. Mas tá. A funcionária mais abençoada do mundo fez uma solicitação que eu não sei como funciona, e deu certo. Todas as passagens compradas. Foi uma experiência de quase-morte.

Dia 4 - Três Coroas, Templo Budista, jantar improvisado e Grêmio.


Mas antes a gente começa com foto de look do dia com o vestido mais lindo do mundo, hahahaha. Brincadeira. Mas NÃO. EU NÃO TENHO UM BURACO NO NARIZ. Foi só a sombra.

Visitar os Templos em Três Coroas não era uma opção, mas parada obrigatória! Acho que nunca falei aqui, mas não tenho religião alguma e tal, mas gosto muito de ler e saber mais sobre o budismo! Acho a religião muito interessante e sensata, eu diria, gosto muitos dos ideais e filosofias e enfim, minha irmã compartilha da mesma curiosidade que eu!
Então cedo novamente estávamos nós na rodoviária, hahahaha, pegamos o ônibus, acho que dá uma hora de viagem ou menos.
Já em Três Coroas, pegamos um táxi para chegar até o Templo, e gente, eu achava que estava indo para o céu de tanta subida que o táxi pegou. Sério. Mas depois, tudo compensa.
Não sei explicar a paz e a positividade que eu senti nesse lugar, então vejam essas duas fotos.

Primeiro templo. Costuma ser aberto ao público, mas não em Janeiro. Triste.
Segundo templo. Esse não é aberto ao público geral.

Esse lugar é incrível, gente, incrível.
Aliás. Combinamos com o taxista um horário para a volta, e façam isso por favor, já que o sinal de internet lá é inexistente. Sério.

Depois de voltar para Gramado e descansar, decidimos que nossas refeições nos restaurantes estavam acabando com o dinheiro que poderia ser usado para outras coisas, e assim, decidimos comer miojo feito no microondas. Mas a real é que a gente ama miojo mesmo e nem se importa. Hahahahaha.
Fomos até um mercado, na Avenida São Pedro, compramos miojo, água, potes, pratos, fomos felizes com nossas mini compras de cozinha, hahahaha, fomos felizes comendo miojo e depois, saímos para dar uma volta pela cidade, só para andar mesmo.
Mas aí descobrimos que naquela noite o time do Grêmio estava chegando na cidade para a pré-temporada, e é óbvio que a torcida não deixaria passar em branco. E foi MUITO divertido participar da bagunça deles, sério, hahahahaha! Foi sensacional, com direito a muita música e fogos de artifício, além de muitos torcedores lindos e maravilhosos.
Não tenho fotos do dia, infelizmente.
Dia 5 - Igreja do Relógio, últimas voltas por Gramado, POA > GRU.

Último dia dessa viagem dos sonhos, posso chorar?
Fizemos o check-out. Pedimos um táxi. Deixamos as malas no guarda-volumes da rodoviária. Compramos comidas gostosas na Praça das Etnias. Terminamos de comprar souvenirs. Fomos até a Igreja do Relógio!



Essa igreja é tão fofa, gente! Um amorzinho!
Enfim. 
Passamos algum tempo lá na Igreja de São Pedro antes de voltar para a rodoviária.
E eu tô depressiva mesmo de lembrar do dia que deixei aquele lugar...
Um tchau bem triste - mas calma que ainda tem mais!

DICAS E LINKS ÚTEIS

#1 - Se o traslado entre Porto Alegre e Gramado te parecer muito caro e você não quiser alugar um carro/não dirigir, o ônibus da Citral, que sai tanto do aeroporto quanto da rodoviária, é ótimo e tem preço excelente!
#2 - Pesquise bem antes de reservar um hotel em Gramado: muitos deles ficam BEM afastados do centro, e para quem gosta de andar a pé ou não está de carro ou não quer gastar fortunas com táxi, um hotel no centro é sempre a melhor opção.
#3 - O trânsito em Gramado não é light, pelo menos não em altas temporadas, então pense beeem na localização do hotel e se você quer mesmo sair por aí de carro.
#4 - Muita gente opta por se hospedar em Canela por ser mais barato, é também uma ótima opção!
#5 - O uso de meias é obrigatório no Snowland, e a não ser que você queria pagar 10 reais em um par delas lá dentro, não se esqueça de levá-las, hein!
#6 - Se for de ônibus de POA até Gramado e vice-versa, COMPRE A PASSAGEM DE VOLTA COM ANTECEDÊNCIA! Eu quase tive que pagar uma fortuna em traslado por causa de um descuido desse.

2 de fevereiro de 2015

Resenha: Cante para eu dormir - Angela Morrison

    Olha quem voltou, galera! Sumi durante um tempinho, mas agora voltei. E voltei com uma resenha de um livro incrível.


   "Muitas vezes, é preciso mentir para proteger quem amamos. Proteger de nós mesmos, do que escondemos, do que somos. Um ato covarde? Talvez. Todavia, um ato necessário."


   "Cante para eu dormir" conta a história de Beth, uma menina feia (aí poderíamos fazer o trocadilho daquela novela, Betty, a feia").  "Alta demais para ter uma postura ereta. Pele e osso. Rosto cheio de espinhas. Olhos saltados e aumentados pelas lentes 'fundo de garrafa'."  (página 10)
   Beth canta no coral jovem da escola, o Cantoras da Juventude, e tem uma voz incrível. Um dia, as meninas do coral foram selecionadas para uma competição internacional na Suíça, e Beth seria a solista da apresentação mais importante, que poderia render um ótimo prêmio. Todavia, como ela poderia se apresentar sendo tão... feia? É aí que entra Meadow, "colega" de Beth. A menina transforma Beth, ela agora está linda e irreconhecível. 
   Na Suíça, Beth conhece Derek, o solista do melhor coro musical: Amabile. Receosa no início, tímida demais para se atrever a pensar em um relacionamento, ela decide pagar pra ver. 
   O problema é que Beth tem um melhor amigo, Scott, que a ama desde que eles eram crianças. A garota pensava estar nutrindo esse amor também, mas, com um complexo de inferioridade imenso, pensa que ele merece algo melhor, mais belo, visto que o menino é lindo. 
   Derek se apaixona. Beth, também. O problema é que eles moram em lugares diferentes. Isso não seria um desafio tão grande se comparado a outros que fazem a menina questionar a veracidade do amor de Derek. 
   Mentiras. Dúvidas. Medo. Descobertas. Choque. Música. Muita música. Esse é o universo que a autora, Angela Morrison, cria para o livro mais impressionante que já li na minha vida. No início, não estava gostando da leitura e nem da Beth, seu complexo me incomodava e o fato de ela sempre estar "escrevendo músicas" durante o livro, fizeram da leitura algo monótono e chato até certo ponto. 
   Tudo é contado do ponto de vista de Beth, fazendo com que o livro pareça um diário. De fato, ele é. A menina expressa sua raiva pelo pai que a abandonou quando nasceu, sua alegria ao lado de Derek, seus medos, angústias, descobertas. 
   Não pense que é só mais um "livrinho de amor clichê", porque não é. "Cante para eu dormir" vai te surpreender e te prender até a última página. Vai te fazer rir, duvidar de Derek, de Beth. Te fará chorar. E o principal: te fará pensar no valor da vida. Você perceberá o crescimento e as lições que Beth teve durante sua vida, e vai entender o por quê do título. Vale a pena ler.



1 de fevereiro de 2015

Ali eu me apaixonei por você, e aqui eu me despeço. - Por Camila Resende

   Você era só uma noite, mas noites se passavam, e horas se tornavam dias e dias se tornaram meses. E aos poucos cada pedaço do que sou pertencia a você. Sua constante presença em meus pensamentos não me assustavam, mas me confortavam e até tornavam meu dia mais bonito. Lembro do que pensei quando te conheci, naquela biblioteca, você estava lendo Jane Austen e bebendo scotch puro malte, definitivamente chamou a atenção de uma jornalista recém formada, com sérios problemas de curiosidade e de alexitimia. Hoje me pergunto o que teria acontecido se eu não fosse perguntar o porquê daquela cena particularmente peculiar. Você me disse que era porque tinha achado no ponto de ônibus e depois como se eu não estivesse presente, somente voltou para sua leitura. E qual não foi minha surpresa quando meia hora depois você se sentou ao meu lado e me perguntou meu nome. Bom, sei que estou divagando, e que isso não tem importância agora, e também sei o perigo de usar o “e se”, mas cada vez que escrevo sobre nós é como se eu libertasse essa memória para a vila do esquecimento e abrisse espaço para novas histórias.
   Você fazia a vida parecer simples, como se nada não pudesse ser curado com uma dose de café, você me olhava de um jeito que eu sabia que eu era sua e você era meu, você tinha uma sorriso único no mundo, você sorria com os olhos, você aguentava pacientemente minhas maratonas de america’s next top model e ainda fazia a melhor comida do mundo.
   Você não era perfeito, ninguém é, você tinha defeitos, e ao contrário da crença popular, para amar uma pessoa você não tem que amar também seus defeitos e seus gostos bizarros. A gente aceita simplesmente, porque sabemos que também temos nossos defeitos. E sim, às vezes eu queria te matar por suas manias estranhas, mas no fim, eu deixava passar, aprendia a conviver.
   Nos amamos da forma mais linda que se pode amar alguém, não era aquele amor corrosivo, não era aquele amor de amigo ou muito menos amor exigido. Era do tipo simples, do tipo para durar para sempre, do tipo que nos tornamos pessoas melhores juntos. E isso é o que mais dói, eu lembro da nossa promessa de nunca partir. Mas eu parti, e se isso serve de consolo, foi a coisa mais difícil que eu já fiz. Não sei se existe mais de uma amor verdadeiro por pessoa, não sei se é possível termos mais de uma alma gêmea, não sei quando sentirei isso que você despertava de novo, mas fé é tudo que me resta.
   Por favor entenda, eu tinha que ir, eram meus sonhos, e eu nunca me perdoaria se perdesse essa chance. Dizer sim para a felicidade às vezes significa dizer tchau para pessoas que amamos. Ainda te amo, mas não sei como será minha vida daqui para frente, não sei como vai ser quando nos vermos de novo e nem ao menos se pelo menos mais uma vez irei te ver. Mas isso não me assusta, sei que por mais magoada que eu esteja, existe um mundo inteiro pronto para mim, um mundo que ao poucos, com a passagem das estações, irá me mudar.


   Com amor, eu.

TAG: Next station

Olá pessoas maravilhosa! Como vocês estão?


Não queria fazer resenha, não queria fazer um post que outro blog já teve. Resolvi inventar uma tag, apelidei ela de "Next station". Cansada de ler livros de aventura, suspense, ficção separei uma lista de livros muito amorzinhos para ler. O único livro que ficou faltando é o do Augusto Alvarenga, porque ele chegou quando eu já tinha feito o post. Let's go e conte para mim quais são as suas próximas leituras.

1. A probabilidade estático do amor à primeira vista
Às vezes a gente tem um clic e percebe que tudo mudou. Por uma coincidência. Uma fatalidade. Ou algo trivial. Nada será como antes. É exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. 
Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. E quatro minutos podem MESMO mudar tudo... 





2. Tamanho 42 não é gorda
Em Tamanho 42 Não é Gorda, Heather está no fundo do poço: perdeu seu namorado, nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, ganhou peso e só entra em roupas tamanho 42, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com suas economias e seu agente! 
Até que, aos poucos, as coisas parecem que vão se ajustar. Ela consegue um novo emprego como inspetora em uma faculdade de Nova York e está feliz com seu novo manequim. Mesmo sem o glamour e glória dos dias de ídolo teen, tudo parece ter melhorado. Ou será que ela está enganada? 
De uma hora para outra, uma estudante morre misteriosamente no poço do elevador do campus. Os policiais e a diretoria estão prontos para declarar a morte como acidente, mas Heather conhece adolescentes, e meninas não brincam com elevadores. Ainda que ninguém esteja muito interessado em ouvir suas suposições mesmo depois que outras estudantes aparecem mortas de maneiras igualmente corriqueiras e sutilmente sinistras, Heather decide entrar numa enlouquecida caçada para descobrir a verdade. 
Pode parecer uma vida de aventuras e altas doses de adrenalina, mas a vida de detetive é potencialmente perigosa. Alguns riscos podem ser fatais e nada é capaz de irritar mais um assassino do que uma ex-estrela pop corpulenta enfiando o nariz onde não é chamada... 



3. Apaixona por histórias
Paula Pimenta é conhecida e amada por milhares de fãs por seus romances juvenis, mas um dos primeiros gêneros nos quais se aventurou em sua carreira literária foi a crônica, que escrevia e publicava em sites literários. Em 2012, lançou seu primeiro livro nesse estilo, Apaixonada por palavras, pela Editora Gutenberg. Seus leitores gostaram tanto das 55 crônicas publicadas que pediram mais. Paula resolveu atender aos inúmeros pedidos lançando este livro, Apaixonada por Histórias, que traz mais 55 crônicas. 
Como o título sugere, a autora desde pequena sempre teve enorme paixão por todos os tipos de narrativas, e, como maravilhosa contadora de histórias, narra várias situações que viveu em sua vida, e que inspiraram muitos de seus personagens e passagens de seus livros e séries.


4. Como eu era antes de você?
Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. 
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. 
Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado. 


5, Não se apega, não
Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase "você deve encontrar a metade da sua laranja". Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.
Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.
Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. 
Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.


Gostaram da minha invenção? Não foi lá aquelas coisas, mas ficou muito fofa. Como eu disse lá em cima, conte para mim quais são suas próximas leituras, ou melhor, sua next station. O que vocês acham dos livros que vou ler? :)