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8 de setembro de 2013

Resenha: Veronika decide morrer.

    “Quando conseguiu quase tudo o que desejava na vida, chegou à conclusão de que a sua existência não tinha sentido, porque todos os dias eram iguais. E decidira morrer.”




Título do Livro: Veronika Decide Morrer
Autor: Paulo Coelho
Páginas: 208

   Veronika é uma mulher jovem, de 24 anos, que vive e trabalha na biblioteca de um convento de freiras. Ela decide se matar no dia 11 de novembro de 1997, no quarto alugado lá mesmo, e então pega um punhado de comprimidos e resolve tomá-los um a um.
   “Era hora de ter orgulho de si mesma, saber que fora capaz, finalmente tivera coragem, estava deixando esta vida: que alegria!”



   Quando finalmente perdeu a consciência, acordou em Villete. Villete, o sanatório mais famoso da Eslovênia, onde todos que entravam nunca mais saiam.
   Logo descobre que não tem muito tempo de vida. Ora, mas não era exatamente isso que ela queria? A morte? Veronika queria uma morte sem dor e agora, ela morreria aos poucos, o que parecia extremamente horrível.
   “ – O seu coração foi irremediavelmente afetado. E vai deixar de bater em breve.”
   Veronika conhece Zedka, uma mulher já vivida, que está em Villete por causa de sua depressão. Conhece muitas outras pessoas por lá, descobre um grupo chamado "A Fraternidade". São pessoas que na verdade, já receberam alta do hospício, mas preferem ficar por lá (no livro vocês entenderão o por quê delas quererem continuar por lá).


  Doutor Igor fora quem dera a noticia de que Veronika teria poucos dias de vida. Mas, no fundo, ele sabia que isso poderia não ser verdade. Ele estava testando a garota. Descobrira que no organismo humano existe o Vetríolo – ou Amargura –, que faz com que as pessoas se sintam infelizes e tudo o mais. Portanto, ele resolveu testar um medicamento que fosse eficaz contra essa tal de Amargura e, sem Veronika saber, seus dias de vida iam aumentando consideravelmente, mas ele não sabia se tudo aquilo ia dar certo.
   Veronika conhece muitos outros loucos no hospício, entre eles Eduard, um jovem esquizofrênico por quem sente atração.
   “(...) – Eu vim a este mundo para passar por tudo o que passei, tentar o suicídio, destruir meu coração, encontrar você, subir até este castelo e deixar que você gravasse meu rosto em sua alma.”
   Comprei esse livro por pura curiosidade. Nunca tinha lido um livro do Paulo Coelho e esse eu gostei. Há partes depressivas sim, mas o livro em si é bem filosófico: Paulo tenta transmitir suas concepções sobre a loucura, sobre a vida humana, sobre os caminhos que escolhemos na vida, sobre a realidade, sobre a importância da aparência no mundo atual. Afinal, os loucos são mesmo loucos? Ou seremos todos loucos por vivermos da maneira que vivemos? Por que seguimos a mesma rotina de sempre, por que há a mesmice, por que nos contentamos com o óbvio, por que não tentamos descobrir o sentido da vida?
  Loucos são aqueles que aceitam as coisas como são. Que vivem na sociedade e não opinam, apenas aceitam as coisas da maneira que são.
   No final do livro você descobre o por quê do autor ter escrito esse livro. Ele passou por coisas parecidas que a personagem do livro passou, foi parar num hospício também.


   Aprendemos muito com o livro e descobrimos fatos sobre a vida do autor que são repugnantes. Há um pouco de Paulo em cada personagem  o vemos como Veronika, como Eduard, como Zedka... Apenas tem algumas partes que o autor nos leva para outra dimensão – se ela existe ou não, eu não sei, mas não acredito. Ele narra a parte em que uma personagem sai do seu corpo e irrompe para uma viagem astral, onde sua “alma” ficava “flutuando” por aí.
   Enfim, eu gostei do livro porque ele transmitiu ensinamentos que posso levar para a vida toda. Por mais estranho que pareça, é sim, um bom livro.




Classificação: 



12 comentários:

  1. Confesso que nunca me senti atraída pelos livros do Paulo Coelho, com exceção a esse. Mesmo não curtindo tramas dramáticas demais ou depressivas demais, já ouvi muita gente falando bem do livro e aí não há curiosidade que aguente! Curti a resenha (: Bjs
    Jéssica - http://lereincrivel.blogspot.com.br/

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  2. Te deixei uma tag lá no meu blog!
    www.meugrandemundodelivros.blogspot.com

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    1. jessusss q q é isso ta dxando até o blog afff

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  3. Nunca quis ler livros do Paulo Coelho,não desmerecendo e sim por nunca ter curiosidade. Mas esse parece ser bom, parece ter boas lições. Gostei bastante da resenha. Um beijo!

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  4. Muito boa a indicação, já li alguns livros do Paulo é muito difícil achar pessoas que gostem da escrita dele.

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  5. Gosto muito desse livro. :)
    A explicação dele pra loucura é realmente interessante. Adoro a parte que ele fala da gravata! Muito bom!

    Na Próxima Página...

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  6. Eu estou tão doida para ler esse livro. Não li nada do Paulo Coelho ainda, mas já assisti ao filme, que posso dizer com toda certeza que é maravilhoso e se tornou um dos meus filmes favoritos!
    Tenho certeza de que não vou me arrepender de ler o livro e ele vai me levar à reflexões.

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  7. Li o livro, e sinceramente ele é muito bom... Superou as minhas expectativas!
    Vale a pena ler :3

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  8. "Livro perfeito de todos do Paulo Coelho é o melhor na minha opinião.

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  9. "Talvez todos devamos ser um pouco mais loucos, ou passar alguns dias em um lugar como esse para aprender o que é viver." Exatamente assim! Adorei! Estou louca para ler mais de Paulo Coelho!
    Encontrei esse aqui (para quem queira): http://portugues.free-ebooks.net/ebook/Veronika-Decide-Morrer

    Mas alguém sabe onde posso encontrar outros títulos do autor para baixar? Brigada!

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  10. VERONICA DECIDE MORRER
    Ela não acredita no amor. Se sente uma estranha no mundo, ela caminha sozinha, triste, se convencendo que está tudo bem. É melhor assim como esta, muitos tentam ser felizes e ficam mais tristes. O amor é um jogo, em que que poucos vencem. O vencedor é aquele que não precisa de outra pessoa, mas tem alguém para compartilhar sua vitória. É mais difícil se amar. Ela não sente, ela não entende, ela não vê, ela não crê. Mas já ouviu falar, um pouco.
    Ela não se arrisca, não vive, por que as vezes quando vivemos, ganhamos algumas feridas. Como criança em um parque, que brinca, é feliz, mas as vezes se machuca. Porém ela não deixa de querer brincar, e ela sempre quer brincar uma outra vez, não importa quantas vezes ela se machuque….

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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