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19 de maio de 2014

Resenha: A guerra dos Fae - Chamado às Armas (volume 2) - Elle Casey

Título: A Guerra dos Fae – Chamado às armas, volume 2
Autora: Elle Casey
Editora: Geração Editorial
Número de páginas: 368


Chegou a hora da guerra no segundo volume da série "A Guerra dos Fae - Chamado às Armas", os Fae da luz são convocados a fazer uma importante mudança e treinar seus dons mágicos para enfrentar os Fae das Trevas. Jayne Sparks e seus amigos Spike, Chase, Finn e Becky estão na iminência de uma guerra sangrenta e devem sofrer uma mudança, como crianças trocadas, para serem membros dos Fae da Luz com identidades mágicas. Poderão se transformar em elfos, ninfas, daemons, íncubos, anões e duendes verdes, querendo ou não aceitar suas novas identidades, desapontando-se com elas ou não. Como será resolvida a questão entre os Fae da Luz e os Fae das Trevas? Serão Jayne e seu grupo de amigos capazes de dar conta de uma missão tão espinhosa? Muitas respostas a estas perguntas, e outras tantas que foram provocadas pelo primeiro volume da série, serão respondidas aos leitores. E surgirão novos e fascinantes enigmas.

   Juro que tentei fazer uma resenha com o mínimo de spoilers possíveis, mas me perdoem se não consegui. Primeiramente, esse é o segundo livro da série “A Guerra dos Fae”, da autora Elle Casey; como só recebi o segundo, não tenho muita noção do primeiro, todavia não tive muita dificuldade para entender mesmo sem ter lido o primeiro... porém, se quiserem se situar melhor sobre a resenha, aconselho que leiam essa resenha que encontrei do primeiro livro.
   Pelo que andei pesquisando por aí, a maioria das pessoas – quase 100% - gostaram do primeiro volume do livro e estão empolgadas com a série. Vou confessar uma coisa: nunca tinha lido livros desse gênero, fiquei com muito receio de acabar odiando e nem chegando mais perto, porém tive que dar uma chance, e, nossa, confesso, foi demais! Claro que não morri de amores por ele, mas gostei, acabou superando minhas expectativas haha.
   Jayne é uma garota Fae, como vocês podem perceber pela resenha que pedi (não os obriguei, embora quisesse, não, pera rsrs), que vocês lessem, Fae são seres que tem poderes (ok, isso ficou estranho), e, como o titulo do primeiro livro sugere, as “Crianças trocadas” são crianças – jovens – que eram humanos, porém com sangue fae nas veias, e por isso tiveram o direito de escolher se queriam ou não se tornar fae. Jayne e seu grupo de amigos acabam se tornando, e descobrem que “seres” são.
   “(...) Descobri que eu e meu melhor amigo, Tony, somos membros de uma espécie de criaturas chamadas “fae”, e que temos a maior oportunidade de nossa vida de nos tornarmos alguém ou algo extraordinário. Podemos aceitar a mudança que despertará o sangue fae que corre em nossas veias, para nos transformarmos de humanos em fae, e nos tornarmos crianças trocadas.”
   Tony, o melhor amigo de Jayne, acaba optando por não se tornar fae.
   No começo achei Jayne bem chatinha, só falava palavrões e a achei bem oferecida para cima dos garotos, porém depois acabei gostando e me adaptando ao seu jeito. O livro inclui inúmeros palavrões – no começo pode ser assustador, mas depois acabamos nos acostumando, afinal, todo adolescente tem um vocabulário um tanto quanto diferente.
   O livro é bem rápido de ser lido, porém muitas vezes ficamos esperando algumas explicações que acabam não vindo – como a tal guerra que a sinopse menciona.  A única coisa que consegui entender é que a guerra será entre os Fae da Luz e os Fae das Trevas, e que o grupo de Jayne pertence aos fae da Luz. Acredito que esse volume tenha narrado somente o treinamento das crianças trocadas, e a guerra talvez ocorra somente no próximo volume, ou no outro, ou no outro (não sei ao certo quantos são).
   Posso citar que existem vários fae – pixies, anões, orcs, bruxas, ninfas, íncubos..., e elementais. Ah, elementais são faes que tem afinidade com algum elemento – terra, ar, fogo ou água e alguns com espíritos também. Todavia, não existe um elemental entre os Fae da Luz há centenas de anos, e acabamos descobrindo muita coisa a respeito desse elemental. (juro que queria falar mais, porém não posso :/ ).
   A história é interessante porque o lugar que as crianças estão não é bem num outro mundo, ta, pode até ser, mas não “num mundinho encantado com um nome bem estranho”, mas num lugar da Flórida mesmo.
  Não posso deixar de falar da capa, que coisa mais linda! A edição está ótima, aliás, todos os livros da Geração Editorial têm uma ótima edição!
  Espero, realmente, que tenham entendido algo da resenha, porque foi uma das mais difíceis que fiz, visto que nunca tinha lido um livro desse gênero. Aguardo ansiosamente pelos próximos volumes; obrigada Geração Editorial, por ter cedido o exemplar.

 P.S.: Tim é a coisa mais fofa do universo! Adoraria ter um pixie coladinho em mim rsrs.

QUOTE: "Você faz o que é certo para você. Ele faz o que é certo para ele. Às vezes, o que é certo os reúne. Às vezes, separa. A única coisa que você tem é a honestidade. Seja honesta consigo mesma agora. Qual é o seu desejo mais profundo?












3 comentários:

  1. Gostei de sua opinião sobre o segundo livro da série. Mesmo não me sentindo muito afim de ler, não sei, a história não me chamou muito atenção.
    http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

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  2. Acho as capas dessa série lindas!!!!!
    Então você recebeu o segundo sem ter lido o primeiro? Putz, que chato! E ainda assim conseguiu se ambientar? Acho que eu enlouqueceria! rsrsrsr
    Tenho vontade de começar a ler A Guerra dos Fae, mas estou correndo de séries. Estou cheia para terminar. hehehe

    bjus
    terradecarol.blogspot.com

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  3. Oii meise...
    Então.. essa série diverge opiniões.. conheço gente que gosta e outros que não.. Ainda não despertei pra ler, acho que são seres fantásticos demais... muita coisa misturada, but... já li livros em que isso deu certo então após ler eu mude de opinião...Adorei a resenha...

    Beijoss flor, to seguindo aqui

    TeLa
    http://www.penseiraliteraria.com.br/

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A leitura é uma porta aberta para um mundo de descobertas sem fim. - Sandro Costa

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